dimanche 21 octobre 2007

Documentation généalogique portugaise

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On trouve dans cet ouvrage, et dans plusieurs autres, des informations importantes concernant les origines réelles de certains personnages...


Certaines personnes supposées de grandes noblesse sont en réalité des gens dont la famille a été anoblie récemment pour des actions entreprises dans l'intérêt du royaume. C'est une pratique courante dans de nombreux pays.


Les familles sont classées et cela facilite les recherches.



Curieusement, certaines personnes dont on nous affirme qu'elle sont de noblesse portugaise, n'apparaissent dans aucune table analytique.... La collection comporte 15 volumes, cette absence n'est donc pas due à un manque de place :-)


Sources :

Sousa, Antonio Caetano de; C.R., 1674-1759 :
"Historia genealogica da Casa Real Portugueza, desde a sua origem até o presente, [...] "; 15 v. ; (30 cm); Lisboa Occidental : Na Off. de Joseph Antonio da Sylva, 1735-1749.
Cotas AP 2305-2305n Colecção Alfredo Pimenta - Cota HT 1269c Colecção Elias Garcia.

Clérigo regular teatino, um dos 50 primeiros académicos da Academia Real de História Portuguesa, escritor muito considerado, etc. N. em Lisboa a 30 de Maio de 1674, onde também fal. a 5 de Julho de 1759. Era filho de Miguel de Sousa Ferreira e de D. Maria Craesbeck.

Cardoso, Luís, 16---1769,
"Diccionario geografico, ou noticia historica de todas as cidades, villas, lugares, e aldeas, Rios, Ribeiras, e Serras dos Reynos de Portugal e Algarve, com todas as cousas raras, que nelles se encontrão, assim antigas, como modernas"; 2 v.: v.1 :A-AZU.-[38], 756 p..- v.2:BAB-CUV.-[34], 776 p.; Lisboa : Regia Offic. Silviana, 1747-1751.
Irmão do Padre António dos Reis, o Padre Luís Cardoso nasceu em Pernes por volta de 1694.

Religioso da Congregação do Oratório São Filipe Nery, foi membro da Academia Real de História (apresentação feita em 1736 pelo Conde de Ericeira), cronista da “Gazeta de Lisboa”, e historiógrafo de vulto.
Da sua obra publicada anonimamente, ou sob o pseudónimo “Paulo de Niza” destacam-se os vários volumes do “Portugal Sacro-Profano” – 1767. Contudo a sua maior glória, que o terramoto de 1755 viria a interromper, é o famoso “Dicionário Geográfico” – 1747, do qual apenas foram publicados os dois primeiros volumes, ficando inéditos (na Torre do Tombo), os restantes 47 tombos de memórias de todas as paróquias de Portugal.
O pernense Padre Luís Cardoso para quem a historiografia nacional tem uma dívida de gratidão, muitas vezes olvidada, faleceu em 3 de Julho de 1769, deixando inéditas várias obras literárias.



Henri Leroy
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